
Depois de textos tão pesados e de tanto tempo sem sentar em frente ao computador para restabelecer a conexão entre meus dedos e o teclado chegou a hora de tentar manter essa relação. Senti falta de expressar o que não encontrei maneiras e lembrei do blog. É uma satisfação pessoal escrever aqui afinal esse blog não é e nunca foi um líder de acesso (talvez por isso eu esteja escrevendo ISSO e aqui).
Desabafo? É, pode ser...
Sabe quando tudo na vida da certo? Aliás, quase tudo? Pois é, sua vida profissional decola, a cidade onde você mora te proporciona uma vida bacana, a dieta que você fez deu certo e consequentemente você tem a satisfação tão sonhada com o seu corpo (é isso mesmo que eu escrevi!! Assustador? Ainda mais quando o texto é escrito por uma mulher), os dias de chuva acontecem nos dias certos e os dias de sol caem naquela semana que você tanto sonhou, você tem tempo para ir ao cinema, para visitar os amigos, sair... E ai você para e se pergunta: Porque somos tão exigentes? Não é questão de “nada ta bom”, mas parece que está sempre faltando alguma coisa. Eu sei que você já teve essa sensação e sinceramente esse é um dos meus consolos. Em menor ou maior intensidade todos nós já passamos por isso.
Vivemos em busca de felicidade plena, percebeu? Grande parte do que fazemos ou deixamos de fazer é um busca dessa tal felicidade. Escrevendo isso lembrei de uma das falas de um professor de sociologia que eu tive na faculdade, ele dizia: Meus amigos deixem de procurar a felicidade plena, ela não existe! O que existe são momentos felizes, portanto, aproveitem quando eles chegarem! É interessante como alguns comentários marcam a nossa vida. A gente vai se transformando – o comportamento muda conforme as experiências vividas, os relacionamentos são mais maduros e as percepções são diferentes. Às vezes eu me sinto uma velha quando começo a viajar nessa onda de sentimentos e bla bla bla porque falar disso sempre foi muito difícil. Mas enfim, não vou parar meu raciocínio porque eu acho que to indo bem por enquanto.
Tentativas em vão
Sentimentos ao vento
Chacotas no ar
Indiferença exposta
Lágrimas na madrugada
Palavras lembradas
Cheiro presente
Gosto na boca
Saudade...
Ahhh...chega. Depois eu continuo!
Um comentário:
"Palavras Lembradas", resume minha interpretação sobre o texto.
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